Sustentabilidade nos equipamentos de proteção individual - caminhos para uma segurança no trabalho responsável
A sustentabilidade já não é, há muito, um ideal, mas sim uma realidade empresarial – também no domínio dos equipamentos de proteção individual (EPI). As empresas têm, cada vez mais, a responsabilidade de questionar o seu impacto ambiental e social e de desenvolver soluções sustentáveis. Especialmente no caso dos produtos descartáveis, coloca-se a questão: como é possível conciliar a proteção das pessoas com uma utilização responsável dos recursos?
Com o fato CoverClean® Green (CCG), a ASATEX demonstra como um conceito de material inovador à base de amido de milho combina a consciência ecológica com uma proteção laboral de alta qualidade – uma abordagem pioneira para EPI sustentáveis.
EPI convencional – um problema ambiental com função de proteção
A PSA salva vidas – mas causa impactos ambientais
Seja na medicina, na indústria ou na limpeza de edifícios, o EPI é indispensável. Acima de tudo, os produtos descartáveis, como fatos de trabalho, luvas ou batas de proteção, garantem a higiene e a segurança. No entanto, os materiais utilizados têm um senão: muitos destes produtos são feitos de plásticos derivados do petróleo, como o polipropileno ou o polietileno – difíceis de reciclar e, muitas vezes, adequados apenas para valorização térmica.
As consequências são graves: resíduos não biodegradáveis, elevadas emissões de CO² e contaminação por microplásticos nos solos e nas águas. O sistema atual privilegia a funcionalidade – a dimensão ecológica tem sido frequentemente deixada de lado.
EPI sustentáveis como modelo para o futuro
Segurança para as pessoas e para o ambiente
Os EPI sustentáveis seguem uma abordagem abrangente: não só oferecem proteção, como também são produzidos, utilizados e eliminados de forma ambientalmente responsável. Os materiais de base biológica, como o polilactato (PLA) – obtido a partir do amido de milho –, estão a ganhar particular importância.
O objetivo é substituir as matérias-primas fósseis por alternativas renováveis, reduzir as emissões e integrar os produtos numa economia circular funcional. Idealmente, estes materiais são recicláveis ou até mesmo compostáveis industrialmente.
Um bom exemplo é o fato CCG da ASATEX, que aposta consistentemente no PLA à base de milho.
Porquê o amido de milho? – A matéria-prima de base biológica por trás do fato CCG
Polilactato (PLA) – a alternativa sustentável ao plástico
A ASATEX utiliza polilactida (PLA) na fabricação do fato CCG – um bioplástico obtido através da fermentação do amido vegetal. A base é o amido de milho, que é transformado, num processo de várias etapas, em ácido láctico e, posteriormente, em PLA. O resultado: um material versátil que pode ser moldado termoplasticamente e que, em muitos casos, é biodegradável.
Em comparação com os plásticos convencionais, o PLA apresenta vantagens decisivas:
- Matérias-primas renováveis em vez de recursos fósseis
- Emissões de CO₂ significativamente mais baixas durante a produção
- Compostabilidade industrial, sem microplásticos
- Reciclabilidade, dependendo do sistema de eliminação
- Impacto ambiental reduzido ao longo de todo o ciclo de vida do produto
Assim, surge um material que combina com sucesso proteção e consciência ambiental.
Vantagens do PLA em relação aos plásticos convencionais
Em comparação com os plásticos tradicionais, o PLA à base de amido de milho oferece toda uma série de vantagens ecológicas:
- Matéria-prima renovável: o PLA é produzido a partir de amido vegetal, em vez de petróleo
- Menores emissões de CO₂: a sua produção gera significativamente menos gases com efeito de estufa
- Compostabilidade: o PLA é biodegradável em condições industriais.
- Reciclabilidade: dependendo da infraestrutura, o PLA é reciclável
- Menor impacto ambiental: o PLA não se decompõe em microplásticos e causa um impacto significativamente menor nos solos e nas águas
O macacão CCG da ASATEX – a sustentabilidade aliada à funcionalidade
Com o fato CoverClean® Green (CCG), a ASATEX lança no mercado um produto que combina proteção funcional com responsabilidade ecológica. Concebido para aplicações leves, o fato cumpre todos os requisitos relevantes em matéria de segurança, conforto e sustentabilidade.
Uma vantagem adicional: o fato CCG é fornecido numa embalagem sustentável e biodegradável – mais um contributo para um design de produto totalmente ecológico.
As principais características do macacão CCG
- Composto principalmente por PLA, obtido a partir de amido de milho não transgénico
- Pegada de carbono significativamente menor do que os EPI convencionais
- Reciclável ou compostável industrialmente, dependendo do sistema de eliminação
- Conforto agradável graças a combinações modernas de materiais
- Desenvolvido de acordo com os princípios da economia circular
Assim, o fato CCG torna-se uma alternativa real para empresas que levam a sério a responsabilidade ecológica – sem comprometer a eficácia da proteção.
Além disso: Luvas sustentáveis feitas de plástico reciclado
Para além do fato de trabalho, a ASATEX também oferece luvas de proteção inovadoras feitas de plástico reciclado:
- HIT-RC – luva de montagem robusta e confortável com elevada percentagem de material reciclado
- HIT-RCC – luva resistente a cortes feita de fio reciclado, ideal para trabalhos exigentes
Estas luvas provam que os materiais reciclados e a segurança no trabalho podem complementar-se na perfeição – em plena consonância com um portfólio de produtos sustentável.
A responsabilidade começa na escolha do produto
A sustentabilidade como critério de decisão
Quem pretende gerir de forma sustentável tem de repensar também a sua política de aquisições. Cada vez mais empresas reconhecem que o EPI ecológico não só é possível, como faz todo o sentido – para cumprir os requisitos legais, implementar os objetivos de RSE e ESG ou reforçar a própria imagem de marca.
O EPI sustentável contribui para:
- reduzir a pegada ecológica da empresa
- implementar ativamente os objetivos de RSE e ESG
- reforçar a confiança de clientes, colaboradores e parceiros
- preparar-se melhor para futuras exigências ambientais
- e dar um contributo real para a prevenção de resíduos e a conservação de recursos
Conclusão – A sustentabilidade não é um complemento, mas sim parte da solução
O setor dos EPI está perante uma transformação. Produtos como o fato CCG da ASATEX demonstram que a sustentabilidade ambiental e a proteção funcional não são incompatíveis, mas podem complementar-se na perfeição.
A escolha de materiais de base biológica, como o amido de milho, é mais do que um avanço tecnológico – é um passo em direção a uma economia sustentável, que aposta na conservação dos recursos, na economia circular e na responsabilidade.
Ao escolher o seu EPI, não se concentre apenas nas classes de proteção – mas também no material, na origem, no método de produção e na eliminação. Pois a segurança no trabalho sustentável começa com a decisão sobre o que veste.
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